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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Cinco anos após o pico, Bolsa de SP não dá sinais de reação

TONI SCIARRETTA DE SÃO PAULO

Há exatos cinco anos o Ibovespa, índice que serve como referência para o desempenho da Bolsa de Valores de São Paulo, marcava 73.516 pontos. Era o pico histórico do principal termômetro dos negócios com ações no país.

Hoje longe daquele patamar (com 55.164 pontos na última sexta), o índice não dá sinais de recuperação em médio prazo.

Wall Street renasce com recorde nas ações americanas
México tira do Brasil posto de 'queridinho'
Análise: Sem NY como guia, Bovespa perdeu o rumo das compras

À época do recorde, o país acabara de obter o chamado "grau de investimento", selo de bom pagador de dívida. Os bancos Pactual e Credit Suisse tinham levado 89 empresas para abrir o capital no Novo Mercado (segmento de alta transparência da Bolsa). O empresário Eike Batista captava R$ 6,7 bilhões (que valem hoje R$ 1 bilhão) para a OGX, então um projeto de exploração de petróleo.

"Havia um excesso de dinheiro que levou às alturas preços de ações, commodities e imóveis. Nos EUA, havia dinheiro até para financiar compra de imóvel para quem não tinha trabalho fixo. Claro que não se sustentou", disse Carlos Nunes, estrategista de renda variável do HSBC.

A bolha estourou, os EUA deixaram quebrar o banco Lehman Brothers e sinalizaram que não haveria mais socorro. Depois, tiveram de voltar atrás para evitar a implosão do sistema financeiro.

No Brasil, em cinco meses o Ibovespa derreteu 60% e atingiu o fundo do poço, marcando 29.067 pontos.

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O então presidente Lula chamou a crise de "marolinha", veio a recuperação, e a Bolsa subiu 82,6% em 2009.

No capítulo atual, a Bolsa brasileira se tornou a de pior desempenho entre os dez maiores mercados, com perda de 39,10% em dólares (veja ao lado). Está atolada na casa dos 50 mil pontos e acumula perda de 9,5% no ano.

Na semana passada, os 55.164 pontos do Ibovespa representavam uma queda de 24,9% em relação ao 20 de maio de 2008. E isso sem considerar a inflação do período.

Se fosse corrigido pelo IPCA, os 73.516 de cinco anos atrás seriam hoje 97.362, segundo a consultoria Economática. Ou seja, o Ibovespa precisa subir 43,3% para voltar ao nível de 2008.

O mesmo investidor estrangeiro que tornou o Brasil o "queridinho do mercado" vai procurar oportunidades em mercados mais promissores -como EUA, México e Japão- de crescimento mais comedido, porém, contínuo.

"Da mesma forma que havia uma euforia desmedida em 2008, agora há um excesso de pessimismo com o Brasil", disse Álvaro Bandeira, sócio da gestora Órama, e veterano de crises na Bolsa.

Pessimismo em parte explicado pelo alto intervencionismo do governo Dilma, que impediu a Petrobras de subir a gasolina, fez os bancos públicos reduzirem juros para forçar competição com os privados e diminuiu o ganho das empresas de energia para tornar mais barato o custo da eletricidade.

"O governo passa a sensação de que lucro é demoníaco. O investidor estrangeiro e o nacional têm que sentir que o Brasil é uma terra de oportunidade", diz Ricardo Rocha, professor do Insper.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/05/1281083-cinco-anos-apos-o-pico-bolsa-de-sp-nao-da-sinais-de-reacao.shtml 20/05/2013





quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Volume de dólares e libras no mundo mais que triplica desde 2008

O volume de dinheiro impresso pelos países ricos aumentou drasticamente desde que a crise internacional veio à tona, em setembro de 2008. O montante de dólares e de libras esterlinas em circulação, por exemplo, mais do que triplicou no período.

A emissão de moeda já nem ocupava mais as manchetes, de trivial que se tornou, mas voltou ao debate nos últimos meses porque o Japão resolveu adotar mais intensamente esse tipo de operação.

No país asiático, a chamada base monetária, que é a quantidade de dinheiro em circulação mais as reservas do banco central, subiu 11% nos últimos 12 meses e 46% desde janeiro de 2008.

Mas os EUA ainda são, de longe, os campeões de impressão de dinheiro. A base monetária americana aumentou de US$ 831 bilhões para US$ 2,7 trilhões em cinco anos.

Desde novembro de 2008, o país já fez diversas rodadas de afrouxamento quantitativo, processo que equivale a criar moeda. Atualmente, despeja até US$ 45 bilhões por mês no mercado.

Antes da crise, a base monetária dos EUA era praticamente estável, na faixa dos US$ 800 bilhões, como aponta o gráfico abaixo.















Em termos relativos, quem mais aumentou a base monetária foi o Reino Unido, de 73 bilhões de libras para 338 bilhões, uma alta de 362% desde janeiro de 2008. Na Europa, a expansão foi menor.

A quantidade de euros em circulação subiu apenas 32%.



Evolução da base monetária desde 2008

PaísJan/08Jan/13Diferença (em moeda do país)Variação (%)
EUA (US$ bi)8312.7421911230
Eurolândia (€ tri)3,8485,0861,23832
Reino Unido (£ bi)73,24338,4265,16362
Japão (¥ tri)90131,941,947
  • Fonte: Bancos centrais

‘Tsunami monetário’
Se convertermos tudo para dólares, a base monetária somada de EUA, zona do euro, Reino Unido e Japão estava em US$ 7,5 trilhões em 2008. Hoje, superam US$ 11,6 trilhões. Ou seja, o mundo ganhou US$ 4,4 trilhões em moedas de países ricos desde a crise.

O governo brasileiro reclama dessas medidas porque o aumento do volume de moeda desses países no mundo tende a provocar uma valorização no real, o que prejudicaria empresas brasileiras que competem com produtos estrangeiros.

Mas nem todos concordam que o Brasil deveria tentar conter erguer uma barreira contra o que a presidente Dilma Rousseff chamou de “tsunami monetário”, ou que o ministro Guido Mantega (Fazenda) apelidou de “guerra cambial”. Para críticos do governo, o melhor a fazer seria buscar outras formas de melhorar a competitividade das empresas brasileiras e estimular investimentos no país.

O professor de economia Alcides Leite, da Trevisan Escola de Negócios, explica na entrevista abaixo:

Por que os países ricos estão aumentando a quantidade de dinheiro em circulação?

Porque a atividade econômica está deprimida. O aumento de liquidez monetária busca suprir as necessidades de pessoas e empresas que sofreram fortes restrições com a redução da disposição dos bancos em emprestar. O aumento da liquidez é uma forma de oxigenação da economia.

Quais são os efeitos do aumento, em ritmo acelerado, da base monetária em países ricos?

Enquanto não houver pressão inflacionária, a expansão da liquidez não causa efeitos negativos imediatos na economia real dos países. Os EUA, que emitem dólares, não têm dificuldade em expandir a dívida pública, uma vez que o mundo se dispõe a financiar essa expansão a um custo muito baixo. Na Europa, o problema maior reside nos países da periferia do euro, que, não podendo emitir moeda própria, dependem da disposição das nações centrais em aumentar a base monetária. O Japão tem uma dívida pública muito grande, mas não há outra saída para o crescimento da economia se o governo não continuar sua política de emissão de moeda e de desvalorização do iene.

No futuro, os problemas seriam a criação de bolhas nos diversos setores de atividade e a perda de confiança nas moedas dos países excessivamente endividados.

E os efeitos nos países emergentes?

O principal é a tendência de valorização das moedas locais. Isso encarece as exportações desses países e barateia suas importações, reduzindo o resultado da balança comercial.
 
Autor: Silvio Guedes Crespo
Fonte: http://achadoseconomicos.blogosfera.uol.com.br/2013/02/20/volume-de-dolares-e-libras-no-mundo-mais-que-triplica-desde-a-crise/ 20/02/2013

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Quando uma medida econômica é austera

Grandes manifestações, greves, revolta e até ex-trabalhadores de classe média vasculhando lixo atrás de comida… Há quem diga que a austeridade já foi longe demais em países que sofrem com a crise na Europa. Austeridade?

(Na Europa, alguns já buscam comida no lixo.

Foto: Samuel Aranda/ NYT)

A expressão ‘austeridade fiscal’ tem sido utilizada com muita frequência em matérias e alimentado polêmicas ligadas às políticas econômicas em países da União Europeia; e talvez a melhor tradução para ela, a grosso modo, seja contenção de gastos de forma rígida.

Com grandes déficits orçamentários, governos de países como Espanha, Grécia e Itália têm adotado medidas duras e, porque não, dolorosas, para não decepcionar seus credores. Para isso, o Estado acaba cortando verbas direcionadas ao bem estar da população – o que pode afetar a educação, previdência e até os salários dos servidores públicos.

A polêmica é que o sofrimento causado pela austeridade dos governos pode ser ainda maior com os cortes de gastos. “De um lado, o governo gasta menos para conseguir honrar suas dívidas. De outro, a população paga mais impostos e tem seus salários reduzidos, o que diminui o consumo no país”, explica o professor de economia da FEA-USP Adriano Biava. “Como a economia em retração, o desemprego cresce”, completa.

Veja abaixo lista com algumas medidas de austeridade adotadas por alguns países da UE:

FRANÇA - No final de setembro, o governo socialista do presidente francês François Hollande anunciou fortes aumentos de impostos para empresas e ricos, num orçamento para 2013.

Dos 30 bilhões de euros em economias, aproximadamente 20 bilhões de euros virão de aumentos de impostos para famílias e empresas. Hollande confirmou um taxa temporária de 75% para receitas acima de 1 milhão de euros e uma nova taxa de 45% para receitas acima de 150 mil.

ITÁLIA - Em agosto, novos cortes nos gastos públicos aumentaram a impopularidade do governo e de suas reformas polêmicas, como a modificação do código do trabalho, o aumento de impostos e a redução das aposentadorias.

ESPANHA - O governo, que apresentou no final de setembro um novo pacote de reformas econômicas e seu projeto de orçamento para 2013, está considerando congelar pensões e acelerar um aumento planejado na idade de aposentadoria para cortar gastos e atingir as condições para conseguir um esperado pacote internacional de ajuda soberana. O aumento da idade de aposentadoria de 65 anos para 67 anos está acertado e a eliminação do aumento de pensões ligado à inflação anual ainda está sendo avaliada.

PORTUGAL - O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, anunciou no início de setembro que os trabalhadores do setor privado passarão a sofrer um desconto de 18% de seus salários para financiar a Segurança Social, taxa que, até agora, é de 11%. Na prática, a medida representa o fim do 13.º salário no país, algo que já havia sido cortado dos funcionários públicos. A medida entrará em vigor em 2013. O governo também indicou que a mesma situação será mantida aos funcionários públicos em 2013 e aposentados também ficam sem os benefícios.

Em junho de 2011, a Justiça portuguesa havia declarado ilegal o fim do 13.º salário apenas para os funcionários públicos, argumentando que essa seria uma injustiça em relação aos demais. O governo decidiu, portanto, que ninguém receberá o benefício, acabando com a “injustiça”. Além disso, Portugal adotou um duro plano de cortes, incluindo a elevação do IVA (equivalente ao ICMS no Brasil) para 23%, privatizações e corte de salários.

GRÉCIA - Com um orçamento para 2013 que prevê 6º ano de recessão, a Grécia espera aprovação de um duro orçamento de austeridade, que inclui reduções nos pagamentos de aposentadorias, em programas sociais e nos gastos com saúde. Nos últimos anos, os servidores públicos gregos tiveram seus salários cortados. Em solidariedade aos trabalhadores, o presidente do Banco Central grego, George Provopoulos, anunciou um corte seu salário em 30%.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2012/10/09/quando-uma-medida-economica-e-austera/?doing_wp_cron=1360930757.3538339138031005859375 15/02/2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Entenda a Crise Econômica Mundial

Conheça os cinco pontos que ajudam a explicar a turbulência nos mercados financeiros

O problema da dívida em países na zona do euro “está assustando o mundo”, nas palavras do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Embora esteja no foco das atenções dos investidores, a turbulência na Europa é apenas parte da crise econômica mundial.

Permanecem no radar o elevado nível de endividamento público americano, a fragilidade das instituições financeiras em diversos países e os claros sinais de desaceleração da economia mundial.

O iG conversou com especialistas em economia internacional e selecionou cinco pontos fundamentais para entender a crise. Veja a seguir:

1- Mais do mesmo
“Na verdade, não estamos vivendo uma nova crise mundial. A crise é a mesma que teve início em 2008, estamos só em uma nova fase”, afirma Antonio Zoratto Sanvicente, professor do Insper. (Getty Images Operador da bolsa de Nova York acompanha com desespero o desempenho das ações)

Naquele ano foi deflagrada a crise das hipotecas imobiliárias nos Estados Unidos, com a quebra do banco Lehman Brothers.

Basicamente, os problemas começaram porque as instituições financeiras emprestaram dinheiro demais para quem não podia pagar. Isso levou à falência de bancos e à intervenção governamental para evitar o colapso do sistema financeiro e uma recessão mais aguda.

Ao injetar recursos em bancos e até em empresas, no entanto, os governos aumentaram seus gastos, em um momento em que a economia mundial seguia encolhendo. O resultado não poderia ser outro: aprofundamento do déficit público, que em muitos países já era bastante elevado.

Na Grécia, por exemplo, a crise de 2008 ajudou a exacerbar os desequilíbrios fiscais que o país já apresentava desde sua entrada na zona do euro, diz o economista Raphael Martello, da Tendências Consultoria.

2- Europa endividada
Faz quase dois anos que a crise da dívida soberana em países da União Europeia tem sido discutida nos mercados financeiros. Mas foi nos últimos meses que o problema veio à tona com mais intensidade e se tornou um dos maiores desafios que o bloco já enfrentou desde a adoção do euro em 2002.
(AFP Mulher pede esmolas em Dublin; Irlanda tem a maior dívida pública do mundo)Além da Grécia, países como Portugal, Irlanda, Itália e Espanha sofrem os efeitos do endividamento descontrolado e buscam apoio financeiro da zona do euro e do Fundo Monetário Internacional.

Para receber ajuda, no entanto, precisam adotar medidas de “austeridade fiscal” que, na prática, significam enxugar os gastos públicos, por meio do corte de benefícios sociais e empregos, por exemplo, e elevar a arrecadação por meio de impostos.

O problema é que essas medidas deprimem ainda mais a economia e geram descontentamento, greves e manifestações. Nas últimas semanas, os movimentos populares têm se intensificado especialmente na Grécia.

Em meio ao clima de instabilidade e discussão até mesmo sobre a manutenção desses países na zona do euro, o parlamento alemão aprovou a ampliação do fundo de socorro europeu para um total de 440 bilhões de euros.

3- Enquanto isso, nos Estados Unidos
O déficit público americano já vinha crescendo vertiginosamente nos anos 2000, respondendo em parte aos gastos exorbitantes com a guerra do Iraque, em 2003, e às perdas causadas pelo furacão Katrina, em 2005. “Já existia um problema estrutural, mas com a crise em 2008 o governo injetou muito recurso nos bancos e empresas e isso levou a um sério aprofundamento do déficit”, afirma Martello.
(AFP Corretor da Bolsa de Nova York sofre em mais uma pregão difícil para os mercados)O resultado é que a dívida saiu de controle. Nos últimos meses, essa situação criou a necessidade de elevar o limite de endividamento público do país, para evitar que fosse decretado um calote. Isso levou a um prolongado embate político entre democratas e republicanos, que gerou enorme estresse nos mercados financeiros e levou a agência de classificação de risco S&P a rebaixar a nota de crédito americana no começo de agosto.

Para piorar o cenário, os números revisados do PIB americano no primeiro e segundo trimestre apontam para desaceleração da economia, que também enfrenta altos índices de desemprego.

Enquanto isso, a disputa política segue firme nos Estados Unidos, desta vez em torno da aprovação de um pacote proposto por Obama para estimular a geração de empregos no país.

Na avaliação do professor José Márcio Camargo, da PUC-RJ, “a proposta do presidente Barack Obama de desoneração de impostos deve passar no Congresso americano, mas o aumento de gastos em infraestrutura para estimular a economia não deve ter aprovação da maioria. A briga entre políticos, que reprovam os programas de incentivo financeiro, e o Fed, o Banco Central dos Estados Unidos, pode comprometer a independência da instituição.”

4- Bancos em risco
A fragilidade do sistema financeiro na Europa e Estados Unidos continua a tirar o sono dos investidores. Se em 2008 os bancos, principalmente americanos, sofreram com a exposição a hipotecas de alto risco, desta vez, instituições de ambos os lados do Atlântico sentem os efeitos da exposição a títulos da dívida soberana de países europeus.

(Getty Images City, o centro financeiro de Londres; bancos sofrem com exposição a títulos da dívida europeia)É o caso dos bancos franceses, bastante expostos a títulos públicos da Grécia – país que busca com urgência nova parcela de resgate para evitar o calote.

Alguns estudos tentam estimar o volume total de recursos que seria necessário para recapitalizar os bancos europeus em caso de um default da Grécia ou mesmo de outros países, como Portugal.

Mas economistas afirmam que não é possível saber exatamente o tamanho do rombo, pois além dos títulos públicos, os bancos também estão expostos a seguros contra a dívida.

Por não ser negociado em mercado formal, ninguém sabe ao certo quanto os bancos perderiam com esses seguros.

5- Mundo em desaceleração
Se há alguns meses a inflação mundial era a principal preocupação de líderes e analistas de mercado, hoje o tema que domina as conversas é a desaceleração da economia global.

(Getty Images Mundo mostra sinais claros de desaceleração no ritmo de atividade econômica)Em um relatório recente, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) alertou para evidente desaceleração da atividade econômica em praticamente todos os países.

E o Brasil não está imune. Pelo contrário, é a nação que mostra os sinais mais claros de esfriamento da atividade, segundo a OCDE.

Na avaliação do Banco Central brasileiro, “observa-se moderação do ritmo de atividade” do País, mas a economia “ainda continuará sendo favorecida pela demanda interna".

No cenário internacional, a autoridade monetária vê "possibilidade elevada de recessão" em alguns países devido à crise global, "em especial nas economias maduras".

Autora: Danielle Assalve

Fonte: http://economia.ig.com.br/criseeconomica/entenda-a-crise-economica-mundial/n1597248705930.html 04/02/2013